Varíola dos Macacos
Saúde

Varíola dos Macacos, o que é e como se proteger

A varíola dos macacos, ou monkeypox é um vírus de origem animal chamado Poxviridae que está causando preocupações na comunidade científica e área da saúde. 

Esta doença não é uma descoberta nova, muito pelo contrário ela está em circulação desde 1970, porém atualmente nesta crise que atinge diversos países está sendo de maior proporção. 

Ao contrário do que muitos pensam e contrariando o próprio nome, a varíola dos macacos não é transmitida por estes animais a muitos anos e sim de pessoa contaminada para outra.

Porém, a falta de informação faz com que muitas pessoas se desesperem e acabem atacando estes animais por acreditarem ser a causa da doença. 

Por ser uma doença visível com lesões na pele a varíola vem sendo mais temida que a covid-q9, por exemplo. 

Ainda mais que a população mundial já está debilitada e com medo dos últimos acontecimentos.

Por isso, os planos de saúde estão cada vez mais preparados para lidar com tais situações.

Por isso, continue a leitura e veja tudo sobre a varíola dos macacos.

Qual a Origem da Varíola dos Macacos?

Bom, ao contrário do que muitas pessoas podem imaginar, a varíola dos macacos não é uma doença da atualidade. 

Ela foi descoberta em um laboratório Dinamarques em 1958 no organismo de um primata, porém a primeira pessoa infectada com a doença ocorreu somente em 1970 no Congo. 

E além disso, os principais animais suspeitos de armazenar a doença são roedores e esquilos urbanos. 

Portanto, o nome monkeypox, ou varíola dos macacos, surge somente por que foi descoberta em um animal desta espécie. 

Como é Feito o Contágio da Doença? 

Após a leitura acima você deve estar se questionando, se a doença não é transmitida pelos macacos, como posso evitar o contágio?

Bom, a varíola dos macacos é transmitida principalmente pelo contato com pessoas infectadas,

tanto contato direto com as erupções cutâneas quanto partículas de secreções respiratórias.

Geralmente, o período de incubação do vírus no organismo é de 3 a 15 dias, o primeiro sintoma a se manifestar é a febre e as erupções vem em seguida. 

Porém, a ordem e os dias podem se alterar de acordo com cada corpo, por isso procure um médico o mais rápido possível a qualquer sinal de sintomas. 

Outra recomendação dos médicos é o isolamento, ou seja, caso esteja com sintomas da doença,

vá ao médico e fique em casa o tempo necessário para que o vírus fique inativo.

O isolamento é de extrema importância para barrar a disseminação da doença na sociedade e assim ter mais controle para que não vire uma pandemia.

Sintomas da Varíola dos Macacos   

A varíola dos macacos tem como principal marca a formação de erupções cutâneas, podem ser nos pés,

nas mãos, no rosto e até mesmo nas partes íntimas. 

As feridas na pele começam com lesões leves, que evoluem para lesões com água, pus, formam uma casquinha e caem. 

Geralmente, as lesões surgem após 1 a 3 dias do começo da febre, mas pode variar de acordo com o quadro clínico do paciente. 

 Porém, este não é o único sintoma da doença, veja: 

  • Febre
  • Calafrios
  • Dores no corpo
  • Ínguas 
  • Lesões na pele 
  • Dores de cabeça 
  • Fraqueza 
  • Mal estar 

Grupos de risco para contágio da doença 

Segundo a OMS os mais propícios a pegar a doença são: 

  • Portadores de HIV
  • Imunossuprimidos, ou seja, pacientes com o sistema imunológico defasado 
  • Transplantados 
  • Portadores de câncer 
  • Pacientes em tratamento de câncer 
  • Crianças em fase de vacinação 
  • Idosos 

Ou seja, os pacientes e pessoas que têm defasagem no sistema imunológico tendem a estar mais suscetíveis ao contágio da doença. 

Há risco de uma nova pandemia?

Qualquer vírus descontrolado solto na sociedade em que vivemos é um perigo, estudos mostram que o vírus da monkeypox pode ficar ativo no ar por até 90 horas, o que está alertando a OMS de que pode ser uma doença transmitida também pelo ar.

Porém, as organizações de saúde estão focando em manter os cuidados com o toque e as relações sexuais. 

O que podemos fazer é seguir as orientações e nos precaver das maneiras que pudermos de acordo com as formas de contágio.