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3 tipos de máscaras que você precisa conhecer

Seja na indústria, como equipamento de proteção individual (EPI) ou na área da saúde, como mecanismo para tratamento de pessoas com anomalias respiratórias, as máscaras podem ter uma série de aplicações nos mais diversos contextos.

Entretanto, é preciso ter em mente que os modelos não são todos iguais.

Consequentemente, é preciso saber qual é o melhor para cada caso, melhorando tanto a eficiência da tarefa quanto a segurança do usuário.

Confira alguns deles a seguir:

Máscara de oxigênio

Uma mascara de oxigenio hospitalar é fundamental em todo e qualquer estabelecimento de saúde.

Como o seu próprio nome diz, a função do objeto é manter os níveis de oxigênio do paciente adequados, mesmo que ele esteja passando por algum tipo de stress respiratório.

Feita de plástico e cobrindo nariz e boca, ela permite que ele mantenha a respiração normal, com todo o conforto.

Contudo, também há outro tipo de máscara de oxigênio, da qual nem todas as pessoas lembram: o modelo instalado em aviões.

Usada em situações de emergência, sua função é manter os passageiros seguros mesmo em caso de despressurização da cabine – ou seja, quando a pressão cai abruptamente, o que impede que as pessoas em seu interior respirem normalmente.

Vale ressaltar que essas situações são raras – e, quando acontecem, costumam acabar rápido.

O motivo é que, quando o piloto detecta a despressurização, ele pede autorização à torre de comando para descer até uma altura de 2000 metros, onde a respiração é possível sem as máscaras.

Normalmente, a descida dura de três a cinco minutos, sendo que as máscaras mantêm o suprimento de oxigênio por mais de 20.

Máscara de alta concentração

No caso de alguns pacientes, ministrar oxigênio por meio da máscara hospitalar regular não é o suficiente. Isso normalmente acontece com quem está em terapia intensiva, ou seja, tem um quadro especialmente grave.

Nesses casos, o protocolo médico dita o uso da máscara de alta concentração de oxigênio com reservatório.

O diferencial deste último componente é que ele permite ministrar o gás de maneira ainda mais eficiente, melhorando o estado do paciente e reduzindo as chances de sequelas por problemas respiratórios.

Vale ressaltar que, assim como boa parte dos itens de uso hospitalar, este produto é de uso único: feito de PVC, ele não é esterilizável.

Desta forma, ele sempre deve ser descartado após o uso, jamais sendo reaproveitado. Do contrário, pode haver o contágio de doenças entre os pacientes.

Máscara laríngea

Em situações médicas muito específicas, ministrar o oxigênio por meio da simulação de uma respiração normal não é suficiente.

Afinal, em alguns casos, a garganta do paciente pode se fechar, impedindo que ele respire normalmente. Algumas destas situações são:

  • Choque anafilático;

  • Gripe mal curada;

  • Pneumonia;

  • Inflamações na garganta;

  • Queimaduras na garganta;

  • Radio ou quimioterapia;

  • Uso de drogas inaláveis.

Quando isso acontece, usa-se a máscara laríngea.

Como o seu próprio nome diz, ela é inserida diretamente na laringe do paciente, mantendo um fluxo de oxigênio regular em seu organismo independentemente das condições de sua garganta ou vias aéreas.

Por mais básico que esse item pareça, ele está disponível em vários modelos – e, consequentemente, em diversas faixas de preço.

Via de regra, aquelas que são projetadas para uso único têm um valor mais baixo que a máscara laríngea preço que é reutilizável.

Em caso de dúvidas, é preciso levar em conta a demanda por estes itens, e se compensa adquirir um modelo que não seja de uso único.

Do mesmo modo, há vários mascara laringea tamanhos.

Normalmente, o médico tenta abrir a via aérea do paciente com um modelo de tamanho grande, fazendo ajustes caso o tubo seja grande demais e não passe por sua garganta.

Máscara autônoma

Por fim, há um modelo de máscara que não é usado com fins médicos, mas com o objetivo de servir de equipamento de proteção individual (EPI) em indústrias, canteiros de obras e outros estabelecimentos: a máscara autônoma.

A diferença é que, enquanto boa parte dos equipamentos hospitalares é feita de plástico e não é reutilizável, esta máscara costuma ser feita de materiais mais resistentes, e pode ser usada diversas vezes.

Sua função é promover a filtragem do ar respirado pelo usuário, mantendo suas vias aéreas seguras mesmo em locais onde sua qualidade seja ruim.

Por conta disso, a mascara autonoma msa é muito usada por autoridades, principalmente bombeiros.