Cuidados

3 curiosidades sobre cuidados com crianças e bebês

Pode não parecer, mas os primeiros anos de vida de um bebê são muito importantes para delinear sua personalidade quando adulto.

Quando ele recebe cuidados apropriados logo quando chega ao mundo, a tendência é que, quando crescer, ele seja emocionalmente mais estável.

Além de ter melhor capacidade de raciocínio lógico e mais facilidade para se relacionar com os outros.

Estudos apontam que todos estes traços, fundamentais para o sucesso futuro, se desenvolvem com base em alguns critérios ao longo dos primeiros anos de vida.

São eles:

  • Plena e pronta satisfação de suas necessidades básicas;
  • Aleitamento materno, principalmente nos primeiros meses;
  • Estímulos sensoriais, como cores e sons;
  • Presença física, toque e carinho;
  • Liberdade e tempo para brincar.

Tudo isto pode ser oferecido por meio de uma atenção integral à criança ao longo da infância. Confira algumas dicas para isso:

O berço influencia no desenvolvimento

O berço americano ainda é o modelo mais clássico dessa peça fundamental. Consequentemente, é a escolha mais popular entre os futuros pais para decorar o quarto de seus pequenos.

Todavia, especialistas alertam que o pleno desenvolvimento do bebê vem do berço – literalmente.

Assim, por mais que a família prefira adquirir um móvel básico, é de suma importância que haja itens como móbiles e brinquedos coloridos que façam barulho ao seu redor.

Deste modo, estimula-se os sentidos do bebê logo que ele chega em casa da maternidade.

Outra opção muito interessante para o desenvolvimento da criança é o berço montessoriano.

Ao contrário dos tradicionais, ele fica no nível do chão e não tem grades, o que permite que o bebê role e explore o local sem o risco de se machucar, à medida que ele se desenvolve.

Assim como modelos tradicionais, é indicado que haja móbiles e outros elementos que estimulem seus sentidos.

Também é possível adquirir um kit berço personalizado barato.

De inspiração montessoriana, em lojas especializadas em artigos infantis.

Crianças podem fazer treinamento funcional

Se há algumas décadas as crianças tinham plena liberdade para correr e brincar na rua, hoje isso não acontece mais.

Fatores como a verticalização das cidades e o aumento da violência urbana fazem com que a maior parte dos pequenos passe boa parte da infância em casa, em frente à TV e ao computador.

Isso, alinhado a uma alimentação cada vez mais industrializada e rica em açúcares e gorduras, fez com que a obesidade infantil disparasse em todo o mundo.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 54% da população do país esteja acima do peso ideal.

Uma das maneiras de reverter este quadro é educar as crianças a respeito de uma rotina saudável desde cedo.

Além disso, é essencial criar o hábito de fazer exercícios regulares desde cedo, matriculando os pequenos em atividades como o treinamento funcional para crianças.

Como o próprio nome diz, trata-se de uma adaptação desta popular modalidade, tornando-a mais lúdica e apropriada para crianças.

Esta opção é interessante pois, assim como na versão para adultos, esta atividade está baseada em movimentos muito intuitivos, como pular corda, correr, saltar sobre caixas e se agachar.

Isto torna o treino funcional bastante democrático e ao alcance de pessoas de todas as idades.

É preciso ficar atento a sinais de deficiências

Muitas doenças e deficiências se manifestam já na infância.

Normalmente, elas são detectadas quando a família nota algo de errado com o desenvolvimento do bebê, como atrasos no desenvolvimento de habilidades como erguer a cabeça, rolar e sentar.

Quando isso acontece, é importante consultar o pediatra.

Entretanto, há males mais sutis, que são mais difíceis de detectar, como a deficiência auditiva – que, conforme o

Ministério da Saúde, atinge 30 a cada 10 mil recém nascidos. Afinal, é muito difícil saber se um bebê realmente escuta o que se passa a seu redor.

Ainda assim, é essencial que os pais fiquem atentos a sinais como:

  • O bebê dorme mesmo em locais muito barulhentos;
  • Ele não atende quando chamado pelo nome;
  • Ele emite poucos sons, e não articula sílabas.

Quando eles acontecem, é importante consultar um especialista, que confirmará – ou não – o diagnóstico de deficiência auditiva.

Em caso afirmativo, ele indicará um aparelho auditivo para a criança.

Vale ressaltar que, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor.

Isto porque, quando ele é feito antes dos dois anos de idade da criança, ela não terá tantas dificuldades para aprender a falar.

Do mesmo modo, é fundamental que seja usado o mecanismo certo para o tratamento: O amplificador auditivo não substitui o aparelho que visa sanar a deficiência auditiva.

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